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terça-feira, 21 de junho de 2011

A pior cegueira

“A pior cegueira é a mental, que faz com que não reconheçamos
 o que temos à frente”.
 
 
Agência Europa Press, Madrid, 3 de Março de 2009
In
José Saramago nas Suas Palavras

3 comentários:

Prof Ms João Paulo de Oliveira disse...

Prezada jornalista Nivia Andres!
Como é dificílimo lidar no cotidiano com pessoas que padecem deste mal...
Caloroso abraço! Saudações saramagoianas!
Até breve...
João Paulo de Oliveira
Diadema-SP

PS - Considero auspicioso o fato de ter a prerrogativa de me deparar com seu imperdível espaço cibernético, bem como saber que a Senhora é uma jornalista absolutamente do bem, que nunca, jamais, em tempo algum, ousaria, nem em pensamento, enganar seus leitores...

Cristina disse...

Infelizmente, muitas pessoas movidas pela vaidade, arrogância, egoismo e prepotência, padecem dessa cegueira.A pessoa se fixa em suas próprias convicções e idéias e deixa de ver e ouvir o outro. Sem dúvida, uma psicopatologia que deve ser tratada, pois causa um grande dano ao paciente e prejudica o convívio social.
bjo grande.

Nayara Borato disse...

Olá, desculpe invadir seu espaço assim sem avisar. Meu nome é Nayara e cheguei até vc através do Blog desinformação seletiva. Bom, tanta ousadia minha é para convidar vc pra seguir um blog do meu amigo Fabrício, que eu acho super interessante, a Narroterapia. Sabe como é, né? Quem escreve precisa de outro alguém do outro lado. Além disso, sinceramente gostei do seu comentário e do comentário de outras pessoas. A Narroterapia está se aprimorando, e com os comentários sinceros podemos nos nortear melhor. Divulgar não é tb nenhuma heresia, haja vista que no meio literário isso faz diferença na distribuição de um livro. Muitos autores divulgam seu trabalho até na televisão. Escrever é possível, divulgar é preciso! (rs) Dei uma linda no seu texto, vou continuar passando por aqui...rs





Narroterapia:

Uma terapia pra quem gosta de escrever. Assim é a narroterapia. São narrativas de fatos e sentimentos. Palavras sem nome, tímidas, nunca saíram de dentro, sempre morreram na garganta. Palavras com almas de puta que pelo menos enrubescem como as prostitutas de Doistoéviski, certamente um alívio para o pensamento, o mais arisco dos animais.



Espero que vc aceite meu convite e siga meu blog, será um prazer ver seu rosto ali.

http://narroterapia.blogspot.com/