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quinta-feira, 28 de maio de 2009

Ministério da Educação autoriza pagamento de crédito estudantil com trabalho

O ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou hoje, que professores e médicos formados com recursos do Programa de Financiamento Estudantil (Fies) poderão pagar com trabalho as parcelas em atraso do financiamento. Haddad também disse que vai pedir ao Conselho Monetário Nacional (CMN) a redução retroativa de juros dos contratos antigos do programa.

Pela proposta, para abater a dívida, os professores deverão trabalhar em escolas públicas e os médicos, no Programa Saúde da Família. Para cada mês trabalhado, seria abatido o valor correspondente a 1% do total da dívida.

Segundo o ministro, a proposta de pagar o financiamento com trabalho é uma tentativa de "interiorizar" a mão-de-obra em locais onde há carência nas duas áreas. Há 473 mil contratos ativos do Fies, dos quais cerca de 10% estão inadimplentes.

Haddad afirmou ainda que vai pedir ao CMN que reveja os juros cobrados nos contratos antigos do programa, que persistem em até 9% ao ano. Nos atuais, variam de 3,5% a 6,5%.


Importante: uma boa notícia para os estudantes que tomaram o financiamento estudantil para fazer cursos de Medicina ou de licenciatura: será possível quitar a dívida simplesmente trabalhando no Programa de Saúde da Família, no caso dos médicos, ou lecionando em escolas públicas. Pelas primeiras notícias, o recém-formado trabalharia sem receber por um tempo ou destinaria uma parte do salário para quitar o financiamento, mas não: bastará trabalhar na rede pública.

Fonte: G1

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