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sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Etiqueta na Web

Loimar Pasqualetto, consultor de TI da LM² Consulting

Eis as regras de etiqueta na Web!

O que é a Netqueta?
A Netqueta é um conjunto de regras que os internautas devem adotar ao trocar e-mails ou visitar salas de bate-papo

Qual a regra básica?
Tratar os outros da mesma maneira que gostaria de ser tratado.
Quais as regras para mandar e-mails?
1) evitar abreviações;
2) colocar sempre uma saudação (bom dia, boa tarde), um destinatário (Prezado Senhor Fulano, Cara Senhora) e uma despedida (atenciosamente, aguardo retorno).
A definição do assunto da mensagem é importante para que o receptor possa avaliar a urgência e definir a importância de ler a mensagem em determinado momento e local.

E quanto ao miolo, ao texto em si?
Jamais escrever o texto todo em caixa alta . Usar linhas em branco entre blocos de texto organiza e facilita a leitura, responder rapidamente um e-mail, não enviar imagens sem pedir permissão e ser sucinto no texto.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

As pesquisas antes do horário eleitoral

Do Ex-blog do César Maia:

1. Pode-se dividir as eleições nas grandes cidades em dois grupos. No primeiro estão aquelas em que os candidatos já tiveram ou tem mandato governamental e no segundo grupo aquelas em que nenhum deles teve mandato de prefeito ou governador. Nas primeiras, as pesquisas indicam de fato o grid de largada, ou seja, o ponto efetivo do qual cada candidato parte. Nas outras, nem isso. É apenas um teste de conhecimento do eleitor sobre o nome dos candidatos, o que ajuda, mas nada tem -necessariamente- a ver com a decisão de voto.
2. Outro dia a diretora técnica do Ibope em palestra à imprensa explicava por que as pesquisas tendem muito mais a variar nas eleições municipais: a força do argumento pessoal e direto é maior para o convencimento, pois trata de questões que a vida e rotina do eleitor podem avaliar.
3. A imprensa -de fato- cobre os governos. Os contrapontos formam a dramaturgia da cobertura dos fatos, mas produzem uma memória rala. Na hora da campanha esta memória rala serve muito pouco ou nada. No caso dos candidatos que participaram da última campanha majoritária, há uma memória do nome mais viva, mais presente.
4. Quando o quadro eleitoral só reúne candidatos que nunca foram chefes de executivo, os eleitores só entram em campo quando passam a dar atenção a eleição e então começa o processo de troca de informações e opiniões entre eles. Por isso o fator espacial é tão importante e por isso se diz que um candidato é forte neste bairro e fraco naquele. E o eleitor só entra em campo quando o horário eleitoral entra na TV (ou no rádio).
5. Dizem que o eleitor não gosta do horário eleitoral. Mas -mesmo este fator- o desperta que vai haver eleição e ele tem que decidir e, portanto, induz a conversa a respeito. A TV principalmente traz o eleitor para a eleição. A TV já não decide o voto, é verdade. É como um uso exagerado de antibiótico quando o corpo não reage mais aos mesmos estímulos. Mas o tempo na TV (ou no rádio) informa quem são os candidatos e chama a atenção para um ou outro fato. Estes fatos vão servir às conversas entre os eleitores. E com isso se lança e depois se acelera a dinâmica eleitoral. A intenção de voto se dilui e entra a decisão de voto.
6. Todo o movimento anterior a entrada na TV tem o mesmo efeito do eleitor se lembrar do nome. Portanto, quanto mais exposição no primeiro mês de campanha, maior a probabilidade de impacto em pesquisas. Mas o sentido é exatamente o mesmo que ter sido candidato na eleição majoritária anterior: memória do nome e marcação em pesquisas. Tudo vai depender do processo pós-TV.
7. Esse ano ter-se-á um problema adicional: as Olimpíadas que vão jogar as conversas decisórias entre eleitores para setembro. Na prática uma eleição 15 dias mais curta.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Em nome do pai. E dos filhos.

Em nome do Pai, comemoramos o segundo domingo de agosto. Em nome dos filhos, este dia deveria ser festejado sempre. Em nome de pais (incluindo mães) e filhos, todo dia seria de comemoração, porque os vínculos de amor (não os de sangue), precisam ser celebrados infinitamente.
Conceber, ver nascer, criar, proteger e educar para a vida são dádivas divinas. Mais divinos ainda são os dons de acolher, abrigar e reconhecer como parte inseparável de si os nascidos de outros pais que não foram dignos de seus filhos. Essa é a missão inalienável para a qual fomos criados. Uma bendita missão, que precisa ser praticada, exercitada e tratada com zelo perene.
Se tal não acontece, vem a dor, o sofrimento, os desencontros, os descaminhos, a separação.
Pai é palavra mágica, fundamental, que expressa sentimentos e sentidos múltiplos, ilimitados, ligações profundas, imortais, inarredáveis, irrenunciáveis.
Pais, amem e respeitem os seus filhos.
Filhos, amem e respeitem os seus pais.
Mesmo que haja diferenças de opinião. Mesmo que as crenças sejam diversas. Porque, há um dia, na vida, em que os caminhos de uns e de outros se encontram e daí, cessam as diferenças, acabam as desavenças e só permanece o amor, que a tudo vence pois é feito de compreensão.
Filhos, cuidem para que esses caminhos se cruzem bem antes da estrada final, aquela que não tem volta.
Pais, zelem para que seus filhos nunca trilhem estradas paralelas, impossibilitando um desvio que consinta em convivência.
Nada melhor que um caminho de construção conjunta, onde pedras e tijolos e argamassa se assentem em consenso. É infinita a alegria de construir junto, com-partilhando, participando, opinando, desmanchando uma parte se assim necessário for, para manter a harmonia do con-junto.
Pais, sejam esteios para seus filhos. Abriguem, confortem, ensinem a pescar e a andar com as próprias pernas.
Filhos, sejam esteios para seus pais. Abriguem, confortem, mostrem que a pesca foi farta e os carreguem no colo quando não conseguirem mais andar.
Pais também são filhos de seus filhos. Filhos também são pais de seus pais. Essa deveria ser a lei mais observada – a da reciprocidade.
Pais, agradeçam a bênção de serem pais.
Filhos, curtam a bênção de serem filhos.
Pais e filhos, feitos à semelhança divina de Pai e Filho.
Pais, vocês já foram filhos.
Filhos, vocês serão pais.
Em nome do Pai.
Em nome do Filho.
Amém.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

O homem é o dinheiro

Desde tempos imemoriais ouvimos frases e ditos sobre a riqueza e a pobreza: “Pelas riquezas, o homem vale pelas suas riquezas” (Alceu); “Pobre nunca é nobre nem honrado” (idem); “O ouro abre tudo, até portas de bronze” (Menandro); “O bom samaritano é lembrado não só por sua boa ação mas porque tem dinheiro” (Margareth Tatcher); “O amor floresce na riqueza e morre na escassez” (Diotima).

Parece interessante discutir um pouco sobre o poder que exerce o dinheiro do homem sobre o homem, a ponto de construir uma barreira inarredável entre quem tem e quem não tem, ou entre quem tem muito e quem nada tem.

A idéia surgiu da leitura de uma conferência transcrita na revista Carta Mensal, proferida por Ary Cordeiro Filho, advogado, em uma das reuniões semanais do Conselho Técnico da Confederação Nacional do Comércio, de quem aluguei o título. Brilhante e culto orador, tece uma rede através dos séculos, analisando a cultura torpe que afaga quem é rico e afasta quem é pobre.
A quem tem, se lhes abrem todas as portas. Quem nada tem as encontra sempre fechadas. É assim que as sociedades registram ricos e miseráveis. Resta, a quem pode e quer, tentar mudar essa história.

É preciso pensar. É preciso discernir. Pois que há o dinheiro como elemento indispensável para o desenvolvimento da humanidade. Há o dinheiro acumulado honestamente e o acumulado pela iniqüidade. O acumulado ocioso e o produtivo socialmente.

Poderíamos dizer que “o dinheiro é o homem”, já que ele é um produto do homem e porta informações sobre ele, sobre sua forma de organização social, condicionantes ou opções de vida pessoal, políticas ou econômicas. O dinheiro traz informações sobre suas virtudes e sobre suas atitudes ofensivas às virtudes. Não é o fato de muitos não terem acumulado riqueza que os torna virtuosos. Nem as sociedades com melhor distribuição de renda são habitadas só por pessoas felizes.

Ao invés de ficarmos bradando contra as injustiças que se produzem diariamente por causa do dinheiro, seria mais eficiente e produtivo buscarmos meios de melhor organizar e racionalizar o nosso ambiente humano. A ação é mais importante que o discurso.

Há homens e mulheres que, motivados por critérios de justiça e de solidariedade, vivem e trabalham para estabelecer melhoras. Uma meta que parece ética e salutar é laborar, no material e no espiritual, no sentido de aperfeiçoar o próprio espírito e o do próximo, para que se reduzam e minimizem as desigualdades.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Tempo dos partidos no Programa Eleitoral de Rádio

O juiz da 44ª Zona Eleitoral, Rafel Peixoto, divulgou, hoje à tarde, o tempo dos partidos políticos de Santiago no horário eleitoral de rádio, que começa no dia 19 de agosto e encerra no dia 02 de outubro.

Os candidatos a prefeito ocuparão o espaço de 30 minutos nas segundas, quartas e sextas-feiras, das 7h às 7h30min e das 12h às 12h30min.

A Coligação Popular (PSDB/PMDB/PDT/DEM e PRB) terá 14min20seg; o PT terá 6min31seg; a Coligação Santiago para Todos (PTB/PPS) terá 4min40seg e o PP, 4min29seg.

Já os candidatos a vereador ocuparão o espaço de 30minutos às terças, quintas e sábados, das 7h às 7h30min e das 12h às 12h30min.

A Coligação Popular Parlamentar (PSDB/PDT/DEM e PRB) terá 9min32seg; o PMDB terá 6min18seg; o PT vai dispor de 6min01seg; a Coligação Santiago para Todos (PTB/PPS), 4min10seg e o PP, 3min59seg.

As 2.700 inserções diárias na programação radiofônica (somente para a eleição majoritária) serão assim divididas: 1.290 inseções para a Coligação Popular; 585 para o PT; 420 para a Coligação Santiago para Todos e 403 para o PP.

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Paciência tem limite

A paciência é uma virtude, dizem os sábios, desde os tempos mais remotos da Humanidade. “Quem espera sempre alcança” refere o ditado, já um tanto enferrujado...
Realmente, acredito que a paciência é uma virtude a ser praticada, dentro da observância de certos limites. Quem leva a vida inteira exercitando a paciência, vai embora com ela, sem levar nada do que planejou.


Em algumas situações do nosso moderno cotidiano, onde não há tempo para mais nada (tudo é meticulosamente planejado e nem sempre a agenda se cumpre), é interessante observar o quanto temos de ser pacientes para conseguirmos coisas elementares.

Um exemplo palpável – a espera interminável nas filas de bancos, para pagar uma simples conta de luz ou de água, um carnê do INSS ou coisa que o valha...O tempo precioso que temos na hora da refeição se esvai na maldita fila, simplesmente porque fila é fila e exige a virtude da paciência.

Outro exemplo emblemático – a torturante espera nos consultórios médicos. O paciente (exatamente!) espera, espera, espera por sua hora devidamente marcada e o médico se atrasa, no mais das vezes. O motivo? Ora, os motivos são muitos, alguns até justificáveis, mas nada, nada, absolutamente nada impede que o(a) atendente, num gesto de atenção para com o cliente, dê um simples telefonema e informe que a consulta vai atrasar, indicando um tempo hábil que não o deixe esperando no consultório, lugar geralmente apertado, na companhia de revistas velhas, desinteressantes, ouvindo queixas resultantes do mesmo problema que enfrenta.
Tal situação precisa mudar, com urgência. Nem mesmo pessoas doentes precisam agüentar tamanha desatenção e descortesia, até porque pagam pelo serviço. É desgastante e desumano que se obrigue, desse modo mesquinho, enfermos a exercitarem a virtude da paciência.
Escusado dizer, que nesses lugares, jamais se ouviu falar na “total satisfação do cliente”. Sabemos, por A+B, que o cliente insatisfeito, quando perde a paciência, vai procurar o produto ou o serviço do concorrente!
Assim, sempre há tempo quando se quer, para corrigir tais procedimentos, porque são indecentes e representam uma mazela a mais a ser enfrentada por quem já é alvo de tantas vicissitudes, nessa vida.
Paciência tem limite, hão de concordar todos!