Acompanhando Interface Ativa!

quarta-feira, 11 de junho de 2008

A política e suas razões

A política tem muitas razões e, às vezes, nenhuma séria.
A política tem muitas razões e, às vezes, nenhuma decente. Às vezes, nenhuma honesta.
Nenhuma razão séria, nenhuma razão decente, nenhuma razão honesta porque, na maioria das vezes, os políticos não sabem (ou fingem que não sabem) o que é política. Por ignorância ou estratégia.

Ora, política é a arte de promover o bem comum, existe para a satisfação das necessidades de todos. Sem que interesses espúrios maculem, prejudiquem ou desvirtuem o sentido de fazer política.
Todos nós, seres humanos, somos políticos, na medida em que tomamos atitudes, temos responsabilidades e convivemos com outros da mesma espécie. Somos responsáveis, também, por toda biodiversidade existente. Homem, animal, planta, natureza, Terra. Cosmos.
A política tem que ser exercida de forma drástica para o bem, para a inclusão, para a formação de um todo homogêneo e harmônico. Não pode haver divisão nem favorecimento ou privilégio, senão estará comprometido inevitavelmente o resultado. E se instala o caos.
Se a política é a arte de promover o bem comum, o bem-estar de todos, então, vamos colocá-la em prática, sem meios-termos. Será que é tão difícil promover ações lícitas, exemplares, de interesse geral sem que se conspurquem seus objetivos?
Não há mais espaço para amadores. Não é mais tempo de experimentos. Nem para corporativismos.
É chegada a hora de crescer e de entenderem os políticos que o amadorismo, a indiferença, o autoritarismo, a lavagem cerebral, a mentira, a falcatrua, a hipocrisia, a incompetência não têm mais vez. Assim quer quem tem consciência e deseja o bem para todos. Não para uma classe, ou para um segmento.
A política tem muitas razões.
O povo tem as suas razões e merece que essas sejam concretizadas através do exercício correto da política.
Bem comum. Razão política para construir, edificar, amadurecer e frutificar.

Nenhum comentário: