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terça-feira, 29 de abril de 2008

Relatório McKinsley de Avaliação da Educação no Mundo Desenvolvido

Do The Economist:
  • Na Inglaterra, Pais de Gales, Austrália, Estados Unidos, os gastos por aluno dobraram nos últimos anos e não se observou melhores resultados;
  • As escolas precisam fazer três coisas: obter os melhores professores, extrair o máximo deles e intervir quando os alunos começarem a ficar para trás;
  • A qualidade de um sistema educacional não pode superar a qualidade de seus professores;
  • As escolas nos EUA típicas recrutam professores que estão no terço mais baixo de desempenho entre os formandos das universidades;
  • Na Finlândia todos os novos professores precisam ter mestrado. A Coréia do Sul contrata professores de ensino básico entre os 5% de formandos com melhor desempenho. Cingapura e Hong Kong entre os 30% de melhor desempenho;
  • Os países com melhor desempenho não pagam salários superiores a média;
  • Os professores recebem treinamento fora da escola em que lecionam. Cingapura prevê 100 horas de treinamento por ano a seus professores e aponta veteranos para supervisionar o desenvolvimento profissional em cada escola;
  • Quando um professor brilhante nos EUA se aposenta, quase todos os planos de aula e práticas que ele desenvolveu também são aposentados. Quando um professor japonês se aposenta, deixa um legado;
  • As escolas na Nova Zelândia e na Inglaterra são testadas a cada três ou quatro anos e os resultados são divulgados em público. Na Finlândia, líder mundial na educação, não tem processo formal de revisão e mantém sigilo sobre os resultados de suas auditorias informais;
  • A Finlândia dispõe de mais professores de educação especial encarregados de ensinar aos alunos retardatários, do que qualquer outro país. Em certas escolas chega a ser um professor em cada sete.

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